Sua DRE está preparada para a maior mudança contábil em décadas?

Você já parou para pensar que a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) que sua empresa publica hoje pode estar com os dias contados no formato atual?

Não se trata de especulação. A IFRS 18, convertida no Brasil como Pronunciamento Técnico CPC 51 e aprovada pela Resolução CVM 237, substituirá o antigo CPC 26 (R1) a partir de 1º de janeiro de 2027, introduzindo a maior reestruturação na apresentação do desempenho financeiro das empresas desde a adoção das normas internacionais. A CVM publicou as resoluções em dezembro de 2025, consolidando a obrigatoriedade do novo padrão para todas as companhias abertas.

O ponto que muitos gestores ainda não perceberam: a preparação começa em 2026. Embora a adoção obrigatória seja para exercícios iniciados em 2027, as empresas precisarão apresentar dados comparativos de 2026 já reestruturados no novo formato. Isso significa que o relógio já está correndo.

A questão central é que essas mudanças não se limitam à reclassificação contábil. Elas afetam diretamente indicadores como o EBITDA, cláusulas de contratos de dívida (covenants), remuneração de executivos e a percepção de risco da empresa no mercado. A Apollo Gestão, com sua expertise em Avaliação e Revisão da Vida Útil, Teste de Impairment e Arrendamento Mercantil, pode ser o parceiro estratégico para uma transição segura e eficiente.

O que muda de verdade?

A principal inovação da IFRS 18 está na reorganização da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) em cinco categorias obrigatórias: operacional, investimento, financiamento, tributos sobre o lucro e operações descontinuadas.

Na prática, isso acaba com a subjetividade que existia até então. Hoje, uma mesma receita pode ser classificada como operacional por uma empresa e como financeira por outra, o que dificulta – e muito – a comparação entre setores e empresas. Flavio Guzzon, sócio de consultoria contábil da EY Brasil, exemplifica: “Com as novas regras, juros embutidos em vendas parceladas para o consumidor, que muitas vezes são lançados como resultado financeiro, poderão ser deslocados para a linha operacional, alterando a percepção de indicadores relevantes da empresa em análise”.

A nova estrutura introduz dois subtotais obrigatórios que funcionam como “âncoras” para investidores e analistas: o Lucro Operacional e o Lucro Antes do Resultado Financeiro e Imposto de Renda. A transparência aumenta, mas a complexidade também.

Efeitos colaterais: EBITDA, covenants e remuneração variável sob nova ótica

A padronização proposta pelo CPC 51 é positiva para o mercado, mas as consequências colaterais exigem atenção imediata dos gestores.

Redesenho dos indicadores. Com a nova classificação de receitas e despesas, o EBITDA e outros KPIs financeiros podem mudar significativamente sem que a operação real da empresa tenha se alterado. Isso afeta diretamente:

  • Remuneração variável: bônus de executivos atrelados a metas de EBITDA podem ser afetados pela nova forma de cálculo;
  • Covenants bancários: muitos contratos de empréstimo exigem a manutenção de certos níveis de indicadores; se a reclassificação deteriorar esses índices, a empresa pode descumprir cláusulas contratuais e ser obrigada a quitar a dívida antecipadamente ou pagar taxas adicionais para obter waiver do banco;
  • Percepção de risco e ratings: analistas e agências de classificação revisarão suas métricas à luz da nova estrutura, e empresas que não se prepararem podem sofrer rebaixamentos inesperados.

Não por acaso, a EY Brasil publicou recentemente um guia com 15 ações prioritárias para apoiar as empresas nessa transição, indicando que os impactos vão muito além da contabilidade – alcançam estratégia, processos, sistemas, dados e pessoas.

Por que Vida Útil, Impairment e Arrendamento viram peças‑chave

É aqui que entra a expertise da Apollo Gestão. A migração para o CPC 51 não é apenas uma reclassificação de linhas contábeis. Três serviços se tornam ainda mais críticos nesse novo contexto:

1. Avaliação e Revisão da Vida Útil (CPC 27)

Com a nova DRE segmentando claramente o resultado operacional do financeiro, a qualidade do cálculo da depreciação e amortização ganha peso redobrado. Uma vida útil subestimada ou superestimada distorce diretamente o Lucro Operacional, comprometendo a comparabilidade que o CPC 51 tanto preza. Laudos técnicos de engenharia, como os que a Apollo produz, são a base para sustentar com segurança as taxas de depreciação perante auditores e investidores.

2. Teste de Impairment (CPC 01)

A nova estrutura da DRE trará mais visibilidade para ativos que não geram retorno. Se a reclassificação de despesas expuser resultados operacionais mais enxutos, cresce a pressão para que ativos sobreavaliados sejam submetidos ao teste de impairment. Um laudo bem fundamentado, com projeções de fluxo de caixa consistentes, protege a empresa de questionamentos e mantém a credibilidade do balanço.

3. Arrendamento Mercantil (CPC 06 / IFRS 16)

Na nova DRE, as despesas com arrendamentos terão seu lugar claramente definido – e isso impacta a percepção de endividamento e alavancagem. A correta segregação entre juros (financiamento) e amortização do direito de uso (operacional) passa a ser crítica. Além disso, a Reforma Tributária em curso, com a transição para o IBS/CBS, acrescenta uma camada extra de complexidade aos contratos de arrendamento, exigindo revisão cuidadosa dos saldos e da dedutibilidade fiscal.

O que fazer agora?

A lição é clara: 2026 não é ano de espera, é ano de preparação. A complexidade da transição para o CPC 51 não depende tanto do setor de atuação, mas sim da complexidade operacional de cada empresa.

Na Apollo Gestão, entendemos que a conformidade normativa não é um fim em si mesma – é um meio para que as empresas comuniquem seu real valor ao mercado com transparência e segurança. Nossos laudos técnicos e consultorias em Vida Útil, Impairment e Arrendamento Mercantil são o suporte que faltava para atravessar essa transformação sem surpresas desagradáveis e com a confiança de auditores, investidores e conselhos.

A nova DRE está chegando. Sua empresa está pronta para ela?

📩 Entre em contato com a Apollo Gestão e descubra como podemos ajudar sua empresa a se preparar para o CPC 51 com segurança técnica e visão estratégica.

#IFRS18 #CPC51 #DemonstraçõesFinanceiras #DRE #ApolloGestão #Governança #VidaÚtil #Impairment #ArrendamentoMercantil #Contabilidade #NormasInternacionais

Quanto vale a sua empresa? (Não responda com o coração)

Se você tem uma empresa — seja sozinho ou com sócios —, é muito provável que já tenha se feito (ou ainda vá se fazer) a seguinte pergunta:
“Quanto vale, de fato, o meu negócio?”

Não estou falando apenas do valor contábil dos seus bens: imóveis, máquinas, estoques ou o empreendimento em si. Estou falando de situações reais do dia a dia empresarial:

  • Quanto custará a saída de um sócio?
  • Qual o preço justo para a entrada de um novo acionista?
  • Como precificar uma fusão, uma cisão ou até mesmo uma venda total da empresa — seja por motivos particulares, imprevistos como a morte de um sócio, ou reflexos das mudanças na economia?

Você realmente sabe o que tem no seu negócio? E, mais importante: sabe quanto ele vale?

Quando falo em “valor”, não me refiro ao sentimental ou ao emocional. Esqueça a primeira máquina importada, o escritório onde tudo começou ou a história que só a sua família conhece. O que importa aqui é o que o mercado está disposto a pagar pela sua empresa em operação — ou, separadamente, pelos seus ativos individuais.

É preciso considerar os custos de desmonte, a depreciação real, as manutenções feitas (e as que foram negligenciadas). O valor emocional não negocia. O mercado, sim.

Se você está em dúvida sobre qualquer um desses pontos, saiba que não precisa navegar sozinho.
Deixe que a Apollo te ajuda a compreender melhor esse universo — e a conduzir sua empresa por essa fase sem incertezas, com clareza, critério e segurança.


Os principais métodos de avaliação de empresas

Avaliar um negócio não é um bicho de sete cabeças, mas exige método. Os três caminhos mais utilizados pelo mercado são:

  • Método Patrimonial: Soma os ativos (bens, máquinas, imóveis) e subtrai os passivos (dívidas, obrigações). É o mais simples, mas nem sempre reflete o potencial de geração de caixa da empresa.
  • Método de Fluxo de Caixa Descontado (FCD): Projeta os lucros futuros e traz esses valores a valor presente. É o mais usado para empresas em operação saudável, pois considera o que o negócio pode render daqui para frente.
  • Múltiplos de Mercado: Compara sua empresa com outras similares que foram vendidas recentemente (EBITDA, receita, lucro). Dá uma noção realista do “preço de mercado”.

Dica prática: Nenhum método isolado é perfeito. O ideal é cruzar pelo menos dois deles, ajustando por riscos, tamanho da empresa e liquidez do setor.


Erros comuns (e perigosos) na avaliação

Ao longo de mais de uma década ajudando empresários, vimos os mesmos equívocos se repetirem. Veja se algum deles soa familiar:

ErroPor que é perigoso
Valor sentimentalColocar preço em “história” ou “esforço passado” afasta compradores e trava negociações.
Ignorar depreciação realMáquinas antigas podem até funcionar, mas o mercado desconta manutenção futura e obsolescência.
Desconsiderar o capital de giroMuitos sócios esquecem que contas a receber e estoques têm prazos e riscos.
Superestimar sinergiasAchar que o comprador vai pagar por tudo o que você “poderia” ter feito, mas não fez.
Não documentar ativos intangíveisMarca, carteira de clientes, softwares proprietários — se não estiverem registrados, valem quase zero.

Exemplo real: Uma indústria de médio porte avaliou seus equipamentos pelo valor de compra (há 10 anos). Na due diligence, constatou-se que o custo para desmontar e transportar as máquinas era maior que o valor residual. Resultado: valor patrimonial reduzido em 40%.


Como se preparar para uma avaliação séria?

Você não precisa esperar uma fusão ou saída de sócio para começar. Uma boa governança de valor exige disciplina. Aqui estão 5 passos práticos:

  1. Separe o joio do trigo: Liste todos os ativos (inclusive digitais e contratos) e identifique o que realmente agrega valor de mercado.
  2. Atualize depreciações e manutenções: Contrate uma empresa de consultoria especializada para laudos técnicos.
  3. Organize as demonstrações financeiras dos últimos 3-5 anos: O mercado desconfia de “caixa dois” ou registros frágeis.
  4. Mapeie riscos contingenciais: Processos trabalhistas, ambientais, fiscais — tudo isso reduz o valor final.
  5. Simule cenários: E se o sócio sair amanhã? E se a economia piorar 20%? Quanto o negócio aguenta?

Checklist rápido: Tenha em mãos contratos sociais, inventário de bens, laudos de máquinas, fluxo de caixa projetado e análise de concorrentes.


Fusão, cisão, saída de sócio: qual método usar?

Cada movimento exige uma lente de avaliação diferente:

  • Saída de sócio → geralmente usa-se valor patrimonial ou fluxo de caixa descontado, com desconto por minoria (se o sócio não tem controle).
  • Entrada de novo investidor → múltiplos de mercado e FCD, com foco em crescimento futuro.
  • Fusão → avalia-se ambas as empresas separadamente, depois busca-se sinergias de custos ou receitas.
  • Cisão (divisão da empresa) → avalia-se cada unidade de negócio como se fosse independente, incluindo ativos e passivos alocados.
  • Morte de sócio → depende do acordo de sócios; sem um protocolo claro, o inventário pode levar anos e o valor derrete.

Alerta: A falta de um acordo de sócios atualizado é uma das principais causas de desvalorização em momentos críticos. Se você não tem um, pare a leitura e vá atrás de um advogado societário agora.


E como a Apollo pode ajudar?

Na Apollo, não entregamos um número frio em uma planilha. Entregamos um processo de entendimento do valor real do seu negócio, sob a ótica do mercado.

Nosso time trabalha com:

  • Avaliação patrimonial de máquinas, equipamentos e imóveis – com metodologias reconhecidas (Fluxo de Caixa Descontado, valor patrimonial, comparação de mercado)
  • Inventário inteligente – usando tag’s em QR Code, RFID e RTLS para você saber exatamente o que tem e onde
  • Revisão da vida útil dos ativos – evitando superavaliação e adequando ao balanço
  • Teste de impairment (CPC 01/R1) – para que nenhum ativo fique mais caro do que realmente vale
  • Due diligence e suporte a fusões, cisões e combinações de negócios – com valor justo e segurança para todos os sócios

E o mais importante: fazemos isso com uma linguagem clara, sem jargões desnecessários. Você não precisa ser especialista em finanças para entender o que sua empresa vale — e por quê.


Saber o valor da sua empresa não é um luxo de grandes corporações. É uma necessidade estratégica para qualquer negócio que pretenda crescer, se proteger ou simplesmente se preparar para o inevitável: mudanças de sócios, movimentos de mercado ou imprevistos da vida.

Não deixe para descobrir o valor real do seu patrimônio na hora da dor. Descubra agora, com calma, com dados e com quem entende do assunto.

Está em dúvida sobre quanto vale o seu negócio?
Entre em contato com a Apollo. Vamos juntos tirar suas dúvidas e transformar essa pergunta em um plano de ação.

Joel Costa – Diretor da Apollo Gestão Empreendedora

A Reforma Tributária e impactos no Ativo Imobilizado

A Reforma Tributária, consolidada pela Lei Complementar nº 214/2025, trouxe mudanças que vão muito além das alíquotas. Ela transforma a forma como os tributos são calculados, creditados e fiscalizados, impactando diretamente o valor do seu patrimônio e a segurança jurídica do seu negócio.

Se sua empresa possui ativos imobilizados – máquinas, equipamentos, imóveis, frotas – ou está envolvida em processos de compra, venda, fusão ou sucessão patrimonial, duas frentes exigem sua atenção imediata: Valuation e Due Diligence com viés tributário e Governança de Dados e Ativos para o novo ambiente de fiscalização digital.

Ignorar essas mudanças pode significar perda de valor, riscos fiscais e surpresas no caixa. Antecipar-se, com o apoio de especialistas, é a chave para proteger seu patrimônio e aproveitar as oportunidades.


1. Valuation e Due Diligence: o que mudou no valor dos seus ativos e negócios?

A substituição do PIS, COFINS, ICMS e ISS pelo IBS e CBS altera a matemática do seu negócio. Se você está planejando uma venda, uma aquisição, uma reestrutura societária ou mesmo uma simples venda de um ativo, o valor que você tem em mente pode não ser o mesmo após a reforma.

Na compra ou venda de uma empresa: o fluxo de caixa mudou

Os modelos de valuation que você conhecia precisam ser recalibrados. Agora, o fluxo de caixa futuro de uma empresa será impactado por:

  • Crédito integral e imediato de IBS/CBS sobre a compra de máquinas e equipamentos – isso melhora o capital de giro, mas exige projeções realistas.
  • Fim dos incentivos fiscais de ICMS e IPI – muitos negócios que hoje são lucrativos por conta de benefícios regionais perderão essa vantagem até 2033. Quem comprar uma empresa sem considerar esse fator pode pagar mais do que ela realmente valerá no futuro.
  • Tributação no destino – a localização da sua fábrica ou centro de distribuição deixa de ser uma vantagem fiscal e passa a ser uma questão logística. O valor do seu imóvel industrial pode mudar conforme a nova realidade.

O que você precisa fazer: solicitar um valuation com cenários múltiplos (otimista, conservador e pessimista) que considere todas essas variáveis. Só assim você terá segurança para negociar ou para planejar o futuro do seu negócio.

Na venda de um ativo isolado: o Valor Líquido de Aquisição (VLA)

Se sua empresa pretende vender um imóvel, uma máquina ou um equipamento adquirido entre 2024 e 2032, a reforma criou uma figura importante: o Valor Líquido de Aquisição (VLA). Sobre esse valor, você não pagará IBS e CBS na venda – apenas sobre a diferença positiva entre o preço de venda e o VLA.

O que você precisa fazer: calcular corretamente o VLA de cada ativo antes de colocá-lo à venda. Esse cálculo evita que você pague imposto a maior e permite uma precificação muito mais competitiva.

Na due diligence de uma aquisição: atenção aos créditos e riscos ocultos

Se você está comprando uma empresa, os créditos tributários antigos (ICMS, PIS, COFINS) que aparecem no balanço podem não ter o mesmo valor que aparentam. A reforma permite compensá‑los com IBS, mas com regras específicas e prazo de até 240 meses. Além disso, créditos “podres” – que não poderão mais ser aproveitados – precisam ser baixados, impactando o patrimônio líquido da empresa.

O que você precisa fazer: incluir na sua due diligence uma auditoria patrimonial e de créditos tributários. Identifique quais créditos são realmente recuperáveis, avalie a estrutura de fornecedores (pois quem compra de não contribuintes terá menos créditos) e entenda o impacto real da reforma no fluxo de caixa da empresa-alvo.


2. Governança de Dados e Ativos: como se preparar para o Fisco Digital

A reforma não é apenas uma mudança de alíquotas – ela instaura um modelo de fiscalização em tempo real, baseado em cadastros nacionais e eventos fiscais eletrônicos. Se sua empresa não estiver com os dados organizados e integrados, os riscos de autuação e perda de créditos aumentam exponencialmente.

O “CPF dos Imóveis” – Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB)

A partir de agora, cada imóvel (urbano ou rural) terá um identificador único nacional, o CIB, integrado ao Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter). Escrituras, contratos e operações fiscais dependerão desse cadastro.

O que você precisa fazer: auditar e higienizar a base de dados dos seus imóveis. Muitas empresas têm cadastros com áreas divergentes, proprietários desatualizados ou documentos inconsistentes. Essas inconsistências podem gerar divergências com o fisco, atrasar transações e até inviabilizar operações de integralização de capital ou sucessão patrimonial.

Eventos fiscais: quando baixar um bem, você precisa avisar o fisco

A nova sistemática exige que a empresa transmita eventos fiscais complementares à nota fiscal. Se um bem do ativo imobilizado for perdido, roubado, inutilizado ou deixar de ser usado na atividade da empresa, você deverá estornar os créditos de IBS/CBS por meio de um evento eletrônico.

O que você precisa fazer: garantir que os setores de patrimônio, almoxarifado e fiscal estejam integrados. Qualquer baixa física de um bem precisa gerar automaticamente um evento fiscal. Caso contrário, sua empresa pode continuar tomando créditos indevidos e ser autuada posteriormente.

Política de governança do ativo imobilizado: um novo pilar de segurança

Com a reforma, o ativo imobilizado deixa de ser uma questão meramente contábil e passa a ser um ativo fiscal estratégico. A qualidade dos créditos que sua empresa pode tomar depende diretamente da qualidade do seu controle patrimonial.

O que você precisa fazer: implementar uma política de governança que inclua:

  • Conciliação físico-contábil periódica – o que está no balanço precisa existir fisicamente e estar corretamente classificado.
  • Controle de bens em poder de terceiros – máquinas em comodato ou consignação precisam ser rastreadas.
  • Rastreabilidade – uso de tags (QR Code, RFID) para garantir a integridade das informações e facilitar eventuais fiscalizações.

O momento de agir é agora

A Reforma Tributária já está em vigor e seu período de transição se estende até 2033. As empresas que se anteciparem – organizando seus dados, revisando o valor de seus ativos e estruturando uma governança sólida – sairão na frente, com menos riscos e mais previsibilidade.

Apollo Gestão está preparada para ajudar sua empresa a navegar por esse novo cenário. Com expertise em avaliação de ativos, due diligence patrimonial e governança de dados, podemos transformar a complexidade da reforma em vantagem competitiva para o seu negócio.

Não deixe para depois. Entre em contato e descubra como podemos proteger o valor do seu patrimônio e garantir sua conformidade no novo ambiente fiscal brasileiro.

As 9 Principais Dúvidas na Imobilização de Ativos

A imobilização de ativos é um processo essencial para qualquer empresa que deseja manter o controle patrimonial adequado e cumprir com as normas contábeis vigentes. No entanto, é comum surgirem diversas dúvidas no momento de definir o que deve ser imobilizado, como fazer esse registro corretamente e quais critérios devem ser observados.

Abaixo, reunimos as principais perguntas que recebemos ao longo dos projetos de avaliação e controle patrimonial. Se você atua nas áreas contábil, financeira ou patrimonial, este conteúdo é para você.

1. Toda manutenção deve ser imobilizada?

Não. A regra geral é que manutenções rotineiras e corretivas (como trocas de peças, ajustes e reparos) devem ser lançadas como despesa no resultado do exercício.
Contudo, manutenções que aumentam a vida útil, capacidade ou produtividade do bem podem ser capitalizadas, ou seja, incorporadas ao valor contábil do ativo.

📌 Exemplo:
Uma reforma estrutural em um equipamento industrial que aumenta sua capacidade de produção pode ser imobilizada. Já a troca de óleo ou de uma correia desgastada, não.

2. Qual o valor mínimo para imobilização de um bem?

Não há um valor único definido por lei, mas a prática comum (e recomendada) é que a empresa adote uma política de capitalização com um valor mínimo.

💡 Exemplo prático:
Muitas empresas utilizam um limite mínimo de R$ 1.200,00 ou R$ 2.000,00, conforme o porte e política interna.

Bens abaixo desse valor podem ser tratados como despesa no momento da aquisição, mesmo que tenham vida útil superior a 1 ano.

3. Quais são as taxas de depreciação aplicáveis?

As taxas são estabelecidas pela Receita Federal na Instrução Normativa SRF nº 162/98, mas empresas podem adotar critérios diferentes com base em estudos técnicos. Abaixo algumas taxas comuns:

Tipo de BemVida Útil (anos)Taxa de Depreciação Anual
Equipamentos de informática520%
Móveis e utensílios1010%
Máquinas e equipamentos industriais1010%
Veículos520%
Edificações254%

✅ Lembre-se: a taxa contábil pode diferir da fiscal, desde que justificada tecnicamente.

4. Como saber se o ativo está registrado com o valor correto?

Existem três principais formas de análise:

  • Verificação documental: cruzamento entre o valor contábil registrado e a nota fiscal de aquisição.
  • Atualização monetária por laudo técnico: realizada por empresa especializada em avaliação patrimonial.
  • Revisão da vida útil e valor residual: recomendada anualmente, conforme o CPC 27.

⚠️ O valor de um ativo pode estar superestimado (ex: manutenção embutida indevidamente) ou subestimado (ex: omissão de benfeitorias).

5. Quando um bem deve ser baixado do ativo imobilizado?

A baixa ocorre quando:

  • O bem é vendido ou descartado;
  • Está totalmente depreciado e sem condições de uso;
  • Foi extraviado ou danificado irreversivelmente.

A baixa deve ser registrada na contabilidade e pode gerar ganho ou perda dependendo do valor de venda em comparação ao valor contábil líquido.

6. Imobilização em andamento: o que é e como tratar?

Trata-se de investimentos que ainda não estão prontos ou em uso, como obras em construção, instalação de equipamentos, etc. Devem ser contabilizados separadamente até sua conclusão, momento em que são transferidos ao ativo imobilizado e passam a ser depreciados.

7. Ativos alugados ou arrendados devem ser imobilizados?

  • Arrendamento financeiro (leasing financeiro): sim, devem ser registrados como ativo com contrapartida em passivo.
  • Arrendamento operacional (aluguel tradicional): não se imobiliza, apenas reconhece a despesa mensalmente.

A norma contábil CPC 06 (R2) trata desses casos em detalhes.

8. É preciso reavaliar ativos imobilizados?

A reavaliação não é obrigatória e foi até eliminada do padrão contábil brasileiro desde 2008, com a convergência ao IFRS.
Porém, a empresa pode contratar laudos técnicos de avaliação patrimonial para fins gerenciais, seguros, cisões, fusões ou adequação a normas internacionais.

9. Como tratar ativos doados, herdados ou sem nota fiscal?

É possível imobilizá-los com base em valor justo, desde que suportado por:

Conclusão

A correta imobilização de ativos é fundamental para a transparência contábil e gestão eficiente do patrimônio empresarial. Definir políticas claras, manter registros organizados e revisar periodicamente o imobilizado são práticas que evitam distorções e reduzem riscos de autuações fiscais.

Se sua empresa precisa de apoio técnico na revisão, avaliação ou controle patrimonial, procure consultorias especializadas com experiência no tema.

Fonte

Apollo Gestão

Controle e Competitividade Empresarial

Com um mercado cada vez mais competitivo, as empresas prezam por otimizar os recursos para se destacar. Uma das chaves para otimização é o controle eficiente de ativos. Com a adoção de tecnologias avançadas e uma gestão estratégica de bens, é possível obter resultados significativos, tais eles como: 

Redução de custos operacionais 

Uma gestão eficiente de ativos permite monitorar em tempo real o estado e localização dos itens da empresa. Esta função ajuda a evitar a perda de equipamentos, reduzir custos com manutenção além de estender a vida útil do ativo patrimonial.  

Tomada de Decisões mais precisas  

Fornecendo dados atualizados sobre valor e a condição dos bens da empresa, é possível tomar decisões com maior fundamentação. As informações sobre a depreciação dos ativos, são essenciais para calcular os custos de investimentos futuros, podendo ter uma melhor organização para o longo prazo. Além de facilitar auditorias e proporcionar maior transparência com sócios, investidores e o mercado.  

Conformidade com Regulamentações 

As normas contábeis e regulamentares, como o IFRS e o CPC 27, exigem um controle rigoroso e atualizado dos ativos das empresas. Manter um sistema eficaz de controle de ativos garante que a empresa esteja sempre em conformidade com essas normas, evitando multas, sanções, não conformidades e outros problemas que possam comprometer sua competitividade. 

Tecnologias Inovadoras 

O uso de tecnologias como RFID, RTLS e IOT, que são métodos de gestão automatizadas, tem se tornado essenciais para as empresas que desejam melhorar seus desempenhos. Essas atualizações permitem uma visão geral de todo patrimônio, com atualizações automáticas, proporcionado mais segurança e eficiência no gerenciamento.  

Vantagens Competitivas no Mercado  

Empresas que conseguem gerir melhor seus bens têm uma vantagem sobre as demais concorrentes. Ao ter esse controle, reduz o custo e aumenta a eficiência operacional, podendo entregar aos seus clientes um serviço com maior qualidade e preço mais competitivos. Além disso, um controle organizado de ativos é um diferencial importante em processos de auditorias e negociações empresariais, como fusões e aquisições. 

Investir no controle de ativos não é apenas uma questão de organização interna, mas sim uma estratégia para aumentar a competitividade empresarial. As empresas adotam métodos para reduzir custos, aumentar a eficiência, cumprir normas e tomar decisões mais seguras, garantido seu maior destaque no mercado.  

Gestão de Ativos: Um Guia para Identificação Operacional

Gestão de Ativos: Um Guia para Identificação Operacional

A identificação de ativos é essencial para empresas que gerenciam muitos equipamentos de forma rápida e eficiente. Este artigo aborda práticas recomendadas para a gestão de ativos, desde os benefícios das tags, tipos de identificação disponíveis, até diretrizes para otimizar o processo.

O Que é uma Tag de Ativo?

Empresas adquirem vários tipos de ativos para suas operações diárias. Muitas vezes, ferramentas e equipamentos circulam entre departamentos ou locais, aumentando o risco de extravio ou roubo. Para minimizar custos administrativos, é crucial monitorar os ativos com precisão. A solução é usar tags exclusivas em ferramentas e equipamentos, seguindo práticas recomendadas desde o início.

Tags de ativos são etiquetas que facilitam a identificação e rastreamento rápido de equipamentos. Elas contêm códigos ou números de identificação exclusivos, detalhes de localização, grupo ou outra associação relevante. Isso melhora a visibilidade e segurança dos ativos.

Benefícios da Gestão de Ativos

Tags de ativos ajudam a monitorar desde a aquisição até a alienação de um item, proporcionando:

  • Acesso fácil a um banco de dados centralizado.
  • Processos de manutenção simplificados.
  • Economia de tempo com escaneamentos de rótulos.
  • Compartilhamento de equipamentos entre departamentos.
  • Conformidade com órgãos reguladores.
  • Cálculo da depreciação com dados de uso disponíveis.
  • Cumprimento de requisitos de auditoria, como os do IASB.

Identificar e marcar ativos ajuda a gerar dados acionáveis, manter agilidade operacional e armazenar informações na nuvem.

Quais Ativos Devem Ser Identificados?

Para identificar ativos, é necessário elaborar uma estratégia clara. Considerar os seguintes pontos pode ajudar:

  1. Quais ferramentas têm maior risco de roubo ou extravio?
  2. Quais ativos são mais usados?
  3. Existe movimentação frequente entre departamentos?

Foque em itens como laptops, smartphones e impressoras, que são investimentos significativos e podem conter informações confidenciais.

Que Informações Incluir nas Tags?

A informação nas tags é crucial para o monitoramento de ativos. Inclua detalhes como número de série ou identificação do ativo, localização, instruções de manuseio, e departamento. Por segurança, muitas empresas omitem o nome da empresa nas tags.

Tipos de Tags para Uso

A escolha das tags depende das necessidades específicas da empresa e do orçamento disponível. Opções incluem:

  • Códigos de Barras: Econômicos e fáceis de usar, ideais para pequenas empresas.
  • Códigos QR: Permitem leitura rápida e maior capacidade de armazenamento.
  • Tags RTLS: Usadas para escaneamento em massa e em locais sem linha de visão direta.

Objetivo das Diferentes Tags

Tags de ativos são essenciais para identificar e proteger equipamentos valiosos. Considerações incluem:

  • Segurança: Tags que impedem transferência não autorizada.
  • Mobilidade: Tags em duas partes para ativos móveis.
  • Durabilidade: Tags resistentes para itens de uso intenso.
  • Adesão: Tags autoadesivas para superfícies irregulares.

Diretrizes para Identificação de Ativos

  1. Escolha IDs com cuidado, incorporando códigos de localização, tipo de item e departamento.
  2. Inclua detalhes de aquisição para facilitar manutenção e depreciação.
  3. Use códigos de cor para diferenciar ativos.
  4. Defina um valor mínimo para marcar ativos valiosos.
  5. Personalize os dados para obter insights significativos.

Conclusão: Otimizando a Gestão de Ativos

Identificar ativos adequadamente pode simplificar a gestão e melhorar a eficiência. Entender os objetivos e metas da empresa é o primeiro passo para escolher a estratégia correta de identificação, resultando em economia de custos e redução de riscos.

Joel Costa – Diretor da Apollo Gestão

5 motivos para fazer Outsourcing Patrimonial

O outsourcing patrimonial é uma prática vital no mundo empresarial atual, permitindo que empresas concentrem-se em suas competências principais ao confiarem aspectos complexos da gestão patrimonial a especialistas externos. Essa abordagem permite que as empresas obtenham expertise especializada e recursos avançados sem a necessidade de manter uma equipe interna dedicada a essas funções. Ao terceirizar tarefas relacionadas ao patrimônio, as empresas podem focar em suas atividades principais, otimizando a eficiência operacional e reduzindo custos tendo o controle de como e onde estão seus ativos.

O que é Outsourcing Patrimonial?

O outsourcing patrimonial envolve contratar serviços externos para gerenciar e administrar o patrimônio de uma empresa ou indivíduo, incluindo propriedades, investimentos e contabilidade. Essa prática é útil para aqueles que não têm recursos ou expertise internos para lidar com tais responsabilidades, permitindo a otimização dos investimentos, a conformidade fiscal e regulatória, além de reduzir custos operacionais.

Qualquer empresa pode contar com esse tipo de serviço?

Sim, qualquer empresa pode contar com serviços de outsourcing patrimonial, independentemente do seu tamanho ou setor de atuação. Desde pequenas empresas até grandes corporações multinacionais, todas podem se beneficiar ao terceirizar certos aspectos da gestão de seu patrimônio. Este serviço é especialmente útil para empresas que não têm recursos internos ou expertise especializada para lidar com aspectos complexos da administração de seus ativos, propriedades e investimentos. Ao terceirizar essas responsabilidades para empresas especializadas, as organizações podem focar em suas atividades principais e contar com profissionais especializados para otimizar o desempenho de seu patrimônio.

Quais os principais ganhos que uma empresa pode ter?

Ao contratar esse serviço, uma empresa pode obter vários benefícios significativos, como:

  • Expertise especializada: Empresas especializadas oferecem um conhecimento mais amplo em gestão de ativos, proporcionando vantagens que podem não estar disponíveis internamente;
  • Redução de custos: É mais econômico do que manter uma equipe interna, resultando em economias significativas em termos de salários e infraestrutura;
  • Acesso a tecnologia avançada: Nossa empresa investe em tecnologia e ferramentas avançadas, permitindo que empresas contratantes aproveitem esses recursos sem precisar investir neles internamente;
  • Melhoria da eficiência e conformidade: A empresa é especializadas em garantir conformidade com regulamentos e otimizar processos, ajudando a evitar multas e erros;
  • Dados sempre atualizados e fácil rastreabilidade: Sugerimos que seja feito o acompanhamento do Outsoursing Patrimonial de forma anual para assim manter sempre os dados atualizados.

Quais os diferenciais da Apollo Gestão

Algumas das tecnologias que a Apollo Gestão possui:

  • Investimentos que fizemos a partir de um planejamento tático possibilitado pela nossa ampla experiência no segmento. Nesse período pudemos observar com bastante cuidado as melhores estratégias para viabilizar o serviço prestado de maneira prática, moderna e eficiente.
  • Laudos físicos e digitais para avaliações de máquinas, imóveis urbanos ou rurais e avaliações de ativos;
  • Processo completo de inventário patrimonial com entrega de tecnologia de ponta para continuidade operacional;
  • Consultoria na adoção e revisão conforme definições dos CPC’s e suas interpretações para demonstrações contábeis;
  • Profissionais com larga experiência em projeto de avaliações e inventário patrimonial, sempre implementando tecnologias disruptivas nos processos das organizações;
  • AI (Ativos Inteligentes) para aplicações voltadas à automação e geração de valor para ativos operacionais.

Em conclusão, o outsourcing patrimonial é uma prática essencial e estratégica para empresas enfrentarem os desafios do mundo empresarial. Ao confiarem a gestão de seu patrimônio a especialistas externos, as empresas podem dedicar mais recursos e energia ao desenvolvimento de suas competências principais e à busca da inovação. Isso não apenas proporciona acesso a expertise especializada e tecnologia avançada, mas também permite uma redução de custos significativa e uma maior agilidade operacional. Em um ambiente competitivo e em constante evolução, o outsourcing patrimonial se destaca como uma ferramenta indispensável para empresas que buscam se destacar e prosperar. É uma estratégia inteligente e adaptável que oferece vantagens tangíveis em um mundo empresarial cada vez mais complexo e dinâmico.

Vida útil 3 tópicos para começar a avaliação

Atualmente tudo tem um prazo determinado/vida útil, tanto coisas do nosso dia a dia quanto os ativos de empresas, precisam sempre estar de acordo com as leis e normas como o CPC 27. Muitas vezes no dia a dia das empresas acaba sendo uma correria contra os prazos, levando isso em consideração fizemos essa News para dar uma ajuda.

O que é vida útil

A vida útil de um ativo é definida pelo tempo que um objeto, máquina ou equipamento é considerado funcional para realizar sua função original com sucesso, sem redução de lucros e mudanças de desempenho. A aplicação do termo pode variar dependendo do contexto em que é utilizado. Por exemplo:

Produtos e Máquinas: Na indústria e na engenharia, a vida útil de um ativo geralmente se refere ao tempo estimado em que ela pode desempenhar suas funções de maneira eficaz antes de apresentar falhas ou se tornar obsoleta. Isso é crucial para o planejamento de manutenção e substituição.

Ativos Financeiros: No financeiro, a vida útil pode se referir ao período contábil durante o qual um ativo é considerado ativo e depreciado para fins contábeis. Depois desse período, o ativo pode ser considerado obsoleto e ter seu valor contábil ajustável.

Ativos Biológicos: Na biologia, a vida útil refere-se ao tempo médio que se espera que o ativo biológico viva. Isso pode variar amplamente entre diferentes espécies e indivíduos.

Tecnologia: Em tecnologia, a vida útil de um software ou dispositivo eletrônico é o período durante o qual ele é considerado funcional, seguro e capaz de atender às demandas do usuário. Após esse período, pode ser necessário atualizar, substituir ou descontinuar o produto devido a avanços tecnológicos ou falta de suporte.

Infraestrutura: Em construções, a vida útil de uma construção refere-se ao período em que ela se mantém segura, funcional e em conformidade com os padrões. Após esse período, podem ser necessárias reformas significativas ou até mesmo a substituição da estrutura.

Resumindo, o conceito de vida útil abrange a duração estimada de eficácia, funcionalidade ou viabilidade de algo antes que seja necessário realizar a manutenção, substituição ou atualização. Garantindo que as empresas estejam seguindo as normas do CPC 27 que abrange tudo que fala sobre vida útil, econômica ou contábil.

Por onde começar

Quando nos vemos tendo que realizar este tipo de tarefa podemos ficar um pouco perdidos, afinal, por onde começamos a avaliação de vida útil, o que precisamos para começar este trabalho da forma mais eficiente possível.

Defina o Objetivo do Inventário: Identifique por que você precisa realizar o inventário e quais metas precisa alcançar com o serviço.

Identifique os Ativos: Quais ativos precisam fazer parte da avaliação equipamentos, instalações, veículos, eletrônicos, moldes.

Organize Documentação: Tente reunir o máximo de documentos pertinentes ao assunto que puder como os registros contábeis, planilhas, contratos de compra e informações sobre depreciação.

Mapeie os Processos: Tente encontrar os registros que mostrem desde o momento em que os ativos são adquiridos, movimentados e descartados na empresa.

Informações para orçamento

O ideal seria marcar uma reunião(mesmo que online) com as empresas escolhidas para orçamento tendo as informações acima em mãos, mas basicamente quais as principais informações vai ser preciso dar a empresa para fazer um orçamento?

  • Quais os endereços onde serão realizados os trabalhos;
  • Já possuem algum tipo de controle ou identificação física?
  • Quantos itens, por conta, a empresa possui? Total, bem+incorporação.
  • Será necessário fornecer etiquetas patrimoniais?

Como escolher a empresa

Quando se trata de trabalhos que representam uma grande importância para a vida financeira da empresa pode parecer um pouco difícil escolher a empresa correta, então, aqui vão alguns pontos a se observar:

Diferenciais: Quais os diferencias de cada proposta(o que podem oferecer para sua empresa);

Valores: Quais os valores da empresa, as diretrizes da empresa contratada combinam com as da sua empresa;

Histórico: Qual é o histórico da empresa, a empresa possui experiência com empresas o seu ramo ou semelhantes;

Indicações: Um meio sempre muito bom é conferir indicações com outras empresas para qual a escolhida prestou serviço;

Suporte: A empresa possui um bom suporte para te auxiliar em possíveis dúvidas mesmo depois de ter fechado contrato.

A gestão eficaz da vida útil dos ativos é essencial no cenário empresarial atual, onde prazos determinados impactam desde o dia a dia até a durabilidade dos ativos. A avaliação precisa da vida útil, que abrange diversos elementos, é fundamental para o planejamento estratégico e a manutenção adequada. Ao iniciar o processo de avaliação, é crucial definir objetivos, identificar ativos e organizar documentação, mapeando os processos envolvidos. Ao solicitar orçamentos, fornecer informações detalhadas é essencial. Na escolha da empresa, é importante considerar diferenciais, valores, histórico, indicações e suporte pós contrato, garantindo uma parceria sólida para a gestão eficiente da vida útil dos ativos.

O que a sua empresa precisa: Inventário, Organização ou Auditoria Patrimonial?

No complexo universo empresarial, a gestão patrimonial desempenha um papel crucial na sustentabilidade e eficiência das organizações. Três conceitos fundamentais nesse contexto, que se confundem com frequência, são o inventário patrimonial, a organização patrimonial e a auditoria patrimonial. Cada um desses processos desempenha um papel distinto, contribuindo para o entendimento, controle e otimização dos ativos de uma empresa. Neste texto, exploraremos as diferenças essenciais entre essas práticas e como cada uma pode beneficiar a sua organização.

Inventário Patrimonial: Entendendo os Ativos

O inventário patrimonial é um procedimento que visa listar, identificar e quantificar todos os bens e direitos de uma empresa em um determinado momento. Esse processo oferece uma visão detalhada do patrimônio, permitindo uma compreensão precisa dos recursos disponíveis. O inventário patrimonial é vital para a tomada de decisões estratégicas, pois proporciona informações sobre a distribuição de ativos, localização física, depreciação e obsolescência.

Além disso, o inventário patrimonial é frequentemente utilizado como base para a implementação de práticas de manutenção, substituição e atualização de ativos. A sua realização regular promove a transparência contábil e é fundamental para cumprir obrigações fiscais e normativas.

Organização Patrimonial: Eficiência na Gestão

Enquanto o inventário patrimonial concentra-se na identificação e quantificação de ativos, a organização patrimonial refere-se à disposição e estruturação desses ativos de maneira eficiente. Este processo envolve a categorização dos bens, a definição de responsabilidades quanto à sua gestão e a implementação de sistemas para monitorar a movimentação e o estado de conservação.

A organização patrimonial busca simplificar a localização de ativos, reduzir custos operacionais e minimizar riscos relacionados à perda ou deterioração. Ao criar um ambiente em que os ativos são facilmente gerenciados e monitorados, as empresas podem otimizar seus recursos e melhorar a produtividade.

Auditoria Patrimonial: Garantindo Conformidade e Precisão

A auditoria patrimonial é um processo sistemático de verificação e validação dos registros contábeis e físicos dos ativos de uma empresa. Seu objetivo principal é assegurar a conformidade com normas contábeis, regulamentações governamentais e políticas internas. A auditoria patrimonial não apenas verifica a exatidão das informações, mas também identifica possíveis fraudes, erros ou lacunas nos controles internos.

Ao conduzir auditorias patrimoniais regulares, as empresas podem mitigar riscos financeiros, demonstrar transparência aos stakeholders e aprimorar a integridade de seus relatórios contábeis. Este processo é especialmente valioso em ambientes empresariais complexos, nos quais a gestão de ativos é essencial para o sucesso a longo prazo.

Escolhendo a Abordagem Certa para sua Empresa

Em última análise, a escolha entre inventário, organização e auditoria patrimonial dependerá das necessidades específicas da sua empresa. O inventário oferece uma visão instantânea do seu patrimônio, a organização proporciona eficiência na gestão diária, e a auditoria garante a precisão e conformidade.

Idealmente, uma abordagem integrada que combine elementos de cada prática é a chave para uma gestão patrimonial robusta. Ao compreender as distinções entre esses processos e alinhar suas práticas à realidade da sua empresa, você estará melhor posicionado para maximizar o valor dos seus ativos e promover a saúde financeira do seu negócio.

Se a gestão patrimonial é a espinha dorsal do sucesso empresarial, a escolha da abordagem certa é crucial. É nesse cenário que a Apollo Gestão se destaca, oferecendo uma solução abrangente que incorpora os três conceitos fundamentais: inventário patrimonial, organização patrimonial e auditoria patrimonial.

Ao longo do último ano, a Apollo Gestão tem sido pioneira na implementação de práticas inovadoras que transcendem os limites convencionais da gestão de ativos. Seja na realização de inventários precisos que proporcionam uma visão instantânea do patrimônio, na organização eficiente que simplifica a gestão diária, ou nas auditorias minuciosas que asseguram conformidade e precisão, a Apollo Gestão tem se destacado como uma parceira confiável para empresas que buscam excelência em gestão patrimonial.

A abordagem integrada da Apollo Gestão não apenas reconhece a importância individual de cada conceito, mas também compreende a sinergia entre eles. Essa compreensão holística permite que as empresas não apenas atendam às suas obrigações regulatórias, mas também impulsionem a eficiência operacional e otimizem o desempenho financeiro.

Ao celebrarmos o primeiro ano de existência, a Apollo Gestão reafirma seu compromisso com a inovação contínua e a entrega de soluções personalizadas. Acreditamos que a gestão patrimonial não é apenas um requisito, mas uma oportunidade para transformar desafios em conquistas. Ao escolher a Apollo Gestão, você não está apenas adotando um serviço, mas ingressando em uma parceria que visa impulsionar o sucesso sustentável do seu negócio.

Em um ambiente empresarial em constante evolução, a gestão patrimonial é mais do que um processo; é uma estratégia para prosperar. Confie na Apollo Gestão para conduzir sua empresa em direção a um futuro onde os ativos são otimizados, os processos são eficientes e a excelência é a norma. Aqui na Apollo Gestão, estamos comprometidos em ser não apenas testemunhas, mas também protagonistas do seu sucesso patrimonial.

Joel Costa

Diretor na Apollo Gestão

CPC 29: Avaliação de Ativos Biológicos

A avaliação dos ativos biológicos é um processo fundamental para empresas e organizações que possuem ativos relacionados à vida vegetal e animal em seus negócios. Podem incluir plantações, animais de reprodução, florestas, entre outros. A avaliação desses ativos é importante por várias razões, incluindo relatórios financeiros precisos, tomada de decisões estratégicas e conformidade com as normas contábeis, em especial o CPC 29

CPC 29 

O CPC 29 trata das normas contábeis relacionadas a “Ativo Biológico e Produto Agrícola”. O objetivo principal deste pronunciamento é estabelecer critérios para o reconhecimento, mensuração, apresentação e divulgação de ativos biológicos e produtos agrícolas. 

  • Definições: O pronunciamento define biológicos como seres vivos e produtos agrícolas como a colheita resultante dos ativos biológicos da entidade. 
  • Reconhecimento: O CPC 29 estabelece que os produtos agrícolas devem ser reconhecidos quando atendem a determinados critérios, como a probabilidade de benefícios econômicos futuros e a mensurabilidade confiável. 
  • Mensuração Inicial: São mensurados inicialmente pelo seu custo, que inclui custos diretamente atribuíveis à aquisição, cultivo ou produção do ativo biológico. Posteriormente, os ativos são mensurados pelo seu valor justo deduzido dos custos estimados para venda. 
  • Produto Agrícola: Os produtos agrícolas são mensurados ao valor justo menos os custos estimados para venda no ponto de colheita, a menos que o valor justo não seja mensurável de forma confiável, caso em que são mensurados ao custo. 
  • Divulgação: O pronunciamento exige a divulgação de informações significativas sobre a natureza e extensão do ativo biológico e os produtos agrícolas, bem como sobre as políticas contábeis adotadas. 
  • Transição: O CPC 29 contém orientações específicas sobre a transição para essa norma contábil, incluindo como lidar com ativos biológicos existentes e produtos agrícolas na data de transição. 
  • Exceções: O pronunciamento faz exceções para alguns tipos de ativos, como árvores que produzem frutos, enquanto também aborda questões como desdobramentos de árvores matrizes. 

No entanto, é importante notar que este pronunciamento contábil possui limitações em sua aplicação e não abrange todas as áreas relacionadas aos ativos biológicos. Aqui estão algumas áreas que o CPC 29 pode não cobrir: 

  • Ativos biológicos não agrícolas: Embora o CPC 29 lide com ativos biológicos relacionados a atividades agrícolas, como plantações, gado de corte, entre outros, ele pode não abranger outros tipos de ativos, como animais em zoológicos, pesquisa biológica em laboratórios, entre outros. 
  • Exploração dos recursos naturais: Em alguns casos, empresas exploradoras de recursos naturais (como mineração, petróleo e gás) podem ter ativos biológicos em seus locais de operação. O CPC 29 pode não oferecer orientações específicas sobre como contabilizar esses ativos biológicos em contextos não agrícolas. 
  • Ativos intangíveis relacionados a biodiversidade: O CPC 29 lida principalmente com ativos biológicos tangíveis, como plantações e animais. Questões relacionadas a ativos intangíveis, como patentes de biotecnologia, conhecimento de biodiversidade, podem não ser integralmente cobertas por este pronunciamento. 
  • Questões ambientais relacionadas aos ativos biológicos: Enquanto o CPC 29 se concentra na mensuração e reconhecimento dos ativos biológicos, ele pode não abordar detalhadamente questões ambientais associadas a esses ativos, como impactos ambientais, conservação da biodiversidade, entre outros. 
  • Ativos biológicos em situações específicas: Certos tipos de ativos biológicos em contextos específicos podem não se adequar completamente às diretrizes do CPC 29. Por exemplo, situações em que ativos biológicos têm propósitos diferentes dos relacionados à produção agrícola podem não encontrar orientação detalhada nesse pronunciamento. 

Passo a passo da avaliação de ativos Biológicos 

  • Identificação dos Ativos Biológicos: Identifique e defina claramente os ativos que serão avaliados. Isso pode incluir plantações, animais reprodutores, florestas, peixes em aquicultura, entre outros. 
  • Determinar Valor Justo: O valor justo é o preço que seria recebido pela venda de um ativo ou pago pela transferência de um passivo em uma transação ordenada entre partes conhecedoras do mercado. O valor justo é frequentemente utilizado na avaliação de ativos biológicos. 
  • Mensuração do Valor Justo: Utilize métodos apropriados para mensurar o valor justo. Métodos comuns incluem o custo menos a depreciação e o valor presente dos fluxos de caixa futuros gerados pelos ativos. 
  • Ajuste de Valor: Considere quaisquer fatores que possam impactar o valor justo dos ativos, como mudanças nas condições de mercado, riscos específicos do setor, entre outros. 
  • Registro Contábil: Registre as avaliações nos registros contábeis da empresa, garantindo a conformidade com as normas contábeis aplicáveis. 

A importância da avaliação

  • Informação financeira precisa: A avaliação precisa contribui para relatórios financeiros mais precisos e transparentes, fornecendo informações úteis para investidores, reguladores e outras partes interessadas. 
  • Tomada de decisões estratégicas: Os gestores podem tomar decisões estratégicas informadas com base na avaliação. Isso inclui decisões sobre expansão, venda, desenvolvimento e alocação de recursos. 
  • Conformidade Em muitos casos, as empresas são obrigadas a seguir normas contábeis específicas ao avaliar ativos biológicos. A avaliação correta ajuda na conformidade com essas normas e regulamentações. 
  • Gestão sustentável: Para empresas envolvidas em atividades agrícolas, florestais ou outras relacionadas à natureza, a avaliação de ativo biológico é crucial para a gestão sustentável desses recursos ao longo do tempo. 

Portanto vemos que está avaliação desempenha um papel essencial na contabilidade e gestão de empresas envolvidas em atividades agrícolas, florestais ou que possuam ativos relacionados à vida vegetal e animal. O CPC 29 estabelece diretrizes importantes para o reconhecimento, mensuração, apresentação e divulgação desses ativos, garantindo uma abordagem consistente e transparente na contabilidade de ativos biológicos e produtos agrícolas. 

Entre em contato com a nossa área comercial através dos nossos contatos ou whatsapp para tirar suas dúvidas ou elaborar uma proposta de avaliação de ativos biológicos. 

Solicite uma proposta