Como calcular o Teste de Impairment

Neste artigo, mostramos os principais aspectos do Teste de Impairment, desde sua definição até suas implicações na saúde financeira das empresas. Ao compreender e implementar adequadamente esse processo, as empresas podem tomar decisões financeiras mais coerentes e fundadas. O Teste de Impairment refere-se à avaliação periódica do valor recuperável de ativos da empresa baseando-se nas regras da norma NBC TG 01. É um processo vital para garantir que os ativos não estejam registrados a um valor superior ao seu valor recuperável.

Como calculamos o Teste de Impairment

Antes de começarmos é necessário escolher um método dentre os dois existentes:

  • Valor de uso: O valor de uso se refere ao valor presente dos fluxos de caixa futuros que a empresa espera conseguir com a utilização do ativo. Esse valor é calculado com base em projeções de fluxos de caixa futuros que o ativo deverá gerar durante sua vida útil. O cálculo do valor de uso leva em consideração fatores como taxas de desconto apropriadas e expectativas realistas de desempenho do ativo.
  • Valor de venda: O valor de venda é o montante que a empresa espera obter ao vender o ativo no mercado aberto, descontando os custos diretamente atribuíveis à venda. Isso inclui, por exemplo, custos de comissão de venda, custos legais e outros custos associados à transação.

O teste de impairment é uma prática contábil crítica para garantir que os ativos estejam refletidos adequadamente nas demonstrações financeiras da empresa e que não estejam registrados a um valor superior ao seu valor recuperável. Isso ajuda a manter a precisão e transparência das informações financeiras da empresa.

Como afeta a saúde financeira da empresa

Um teste de Impairment bem conduzido pode ter um impacto significativo nos resultados financeiros da empresa, afetando o patrimônio líquido, o balanço contábil e outros indicadores, além de ser crucial para garantir a conformidade com as regulamentações contábeis e de relatórios financeiros. Vale ressaltarmos que a provisão de perda por impairment é passível de ser recuperável em momento futuro

  • Reflete a precisão dos ativos contábeis;
  • Seguir os regulamentos;
  • Identificar ativos com desempenho baixo;
  • Ajuste de valor no balanço patrimonial

Cálculo

Uma empresa possui um ativo fixo em seu balanço patrimonial. Após uma análise de mercado e uma avaliação técnica, a empresa suspeita que o valor recuperável desse ativo tenha diminuído. O valor contábil atual do ativo é de R$ 500.000,00 e o seu valor recuperável é estimado em R$ 450.000,00. De acordo com as diretrizes contábeis, a empresa deve calcular o impairment e registrá-lo adequadamente. O impairment é calculado como a diferença entre o valor contábil do ativo e seu valor recuperável.

Qual é o valor do impairment que a empresa deve contabilizar para este ativo?

Primeiro, calculamos o impairment:

Impairment = Valor Contábil – Valor Recuperável

Neste caso, o valor do impairment é de R$ 50.000,00. Portanto, a empresa deve contabilizar R$ 50.000,00 como uma provisão de perda no seu balanço patrimonial para refletir a redução no valor recuperável do ativo imobilizado. Isso garantirá que o ativo esteja devidamente ajustado ao seu valor recuperável, podendo ser revertido em outra oportunidade.

6 passos da avaliação para fins de seguro

A avaliação patrimonial para fins de seguro se refere a móveis e imóveis, adequando o valor de suas apólices ao valor real dos bens, para que o seguro possa cobrir todos os bens danificados em caso de ocorrência de um sinistro, ou seja, quando o bem segurado sofre um acidente ou prejuízo material.  

É fundamental entender o valor total dos ativos para garantir que o seguro seja adequado para cobrir possíveis perdas. A avaliação do seguro empresarial envolve uma análise cuidadosa das características e riscos específicos de uma empresa para determinar o valor do custo do seguro e as coberturas adequadas para proteger a empresa contra possíveis perdas. 

Você sabe quais são os passos para fazer uma avaliação de seguro?

Vou te contar brevemente sobre eles: 

  • Identificar Ativos: Começamos pelo inventário de todos os ativos da empresa, incluindo propriedades, veículos, estoque, conta bancária, maquinário, entre outros equipamentos. 
  • Determinar Valor: Cada item e cada ativo é avaliado à parte para podermos determinar seu valor no mercado atual. Essa etapa envolve pesquisa de mercado para se avaliar preços compatíveis. 
  • Classificar Riscos: Baseando-se nos tipos de ativos e características, se avalia os riscos ligados a cada um dos ativos. 
  • Avaliar Coberturas Necessárias: Levando em consideração os riscos e valores dos ativos determinamos quais serão as coberturas necessárias para um seguro 
  • Escolher a Seguradora: Com base nas necessidades o responsável pode procurar a seguradora que melhor se adequa as suas preferências, podendo comparar preços e coberturas de diferentes seguradoras. 
  • Avaliação Periódica: É importante sempre manter revisado e atualizado o seguro na medida que o valor dos ativos muda e/ou são adquiridos novos ativos para que ele continue a cobrir os riscos atuais. 

Qual a importância de fazer a avaliação de seguro com profissionais? 

É importante que a avaliação seja feita com precisão e regularidade, garantindo que os ativos estejam adequadamente protegidos em caso de sinistro. Trabalhar com especialistas de avaliação patrimonial pode ser importante para garantir que todos os detalhes sejam levados em consideração e observados. Alguns dos elementos essenciais desta operação são: risco, o segurado, o segurador, o prêmio, a indenização. 

Há muitos benefícios de se fazer essa avaliação com profissionais qualificados, como por exemplo:

  • Expertise Técnica: Empresas especializadas em avaliação patrimonial possuem conhecimento técnico e experiência para avaliar de forma precisa os riscos associados ao seu negócio. Isso auxilia na hora de determinar o valor correto do seguro e a cobertura adequada para as necessidades da sua empresa.
  • Avaliação de Risco Adequada: Profissionais de avaliação patrimonial têm a capacidade de identificar os riscos específicos que sua empresa enfrenta. Podendo avaliar fatores como localização, tipo de negócio, ativos e outros elementos que afetam a exposição do ativo a algum risco.
  • Cobertura Adequada: Com base em uma avaliação detalhada, a empresa especializada pode recomendar a cobertura de seguro mais adequada para cobrir os riscos específicos da sua empresa. Isso garante que você não esteja pagando por coberturas desnecessárias para sua empresa.
  • Adequação à Regulações: As empresas têm conhecimento atualizado sobre as regulamentações e requisitos legais relacionados a diferentes tipos de seguros empresariais. Isso ajuda a garantir que sua empresa esteja em conformidade com as leis e regulamentações necessários.
  • Evita Subseguro ou Superseguro: O subseguro pode resultar em indenizações insuficientes em caso de sinistro, enquanto o superseguro pode levar a prêmios de seguro mais altos sem justificativa.
  • Redução de Custos a Longo Prazo: Embora a contratação de uma empresa de avaliação tenha um custo inicial, isso pode se traduzir em economias a longo prazo. Ao garantir que sua empresa esteja adequadamente coberta e evitando indenizações insuficientes ou prêmios de seguro desnecessariamente altos, você pode economizar dinheiro a longo prazo.
  • Avaliação Atualizada: As empresas de avaliação patrimonial frequentemente realizam avaliações periódicas para garantir que a cobertura de seguro permaneça relevante e adequada às mudanças no seu negócio e no ambiente de riscos.

Para concluir, a avaliação patrimonial para fins de seguro é um processo fundamental para garantir a proteção da empresa e de seus ativos. A Apollo dispõe de profissionais especializados e capacitados que auxiliam na hora de garantir precisão e atualização contínua do seguro assim protegendo seus ativos. Entre em contato para mais informações ou solicite um orçamento.

7 razões para calcular a vida útil dos ativos

Os ativos são importantes para qualquer empresa, pois são responsáveis pela produção de bens e serviços. No entanto, eles também possuem uma vida útil pré definida sendo assim sujeitos a desgaste e deterioração, o que pode reduzir sua vida útil

É fundamental e obrigatório que as empresas registrem as depreciações de seus ativos nos documentos contábeis e financeiros. 

Algumas das razões importantes para calcular a vida útil são: 

  • Acurácia na Mensuração dos Ativos: A determinação da vida útil ajuda a empresa a avaliar com maior precisão o valor contábil do ativo imobilizado. Isso é essencial para a elaboração de demonstrações financeiras confiáveis e relevantes para os stakeholders, como acionistas, credores e investidores. 
  • Alocação Adequada de Custos: A empresa precisa alocar o custo do ativo imobilizado ao longo de sua vida útil. Isso é feito através da depreciação ao longo do tempo. A colocação adequada de custos ajuda a evitar distorções nos resultados financeiros ao longo dos anos.
  • Reflexo dos Custos Reais: A vida útil estimada dos ativos afeta diretamente os custos de depreciação registrados nas demonstrações financeiras. Uma estimativa razoável da vida útil garante que os custos de depreciação reflitam melhor o desgaste real do ativo ao longo do tempo. 
  • Tomada de Decisões Estratégicas: Ao calcular a vida útil dos ativos, a empresa obtém uma visão mais clara dos prazos em que precisará substituir ou renovar seus ativos. Isso auxilia na tomada de decisões estratégicas, como planejamento de investimentos futuros. 
  • Comparabilidade Internacional: O CPC 27 segue as normas internacionais de contabilidade, garantindo a comparabilidade das demonstrações financeiras das empresas brasileiras com as de outras partes do mundo. Isso é importante para investidores e instituições financeiras que desejam avaliar o desempenho e a saúde financeira da empresa em um contexto mundial. 
  • Transparência e Prestação de Contas: A determinação da vida útil dos ativos contribui para a transparência na apresentação das informações financeiras. Isso permite que os stakeholders compreendam melhor a alocação de recursos, a gestão dos ativos e a política de depreciação da empresa. 
  • Cumprimento de Requisitos Legais e Regulatórios: Seguir as diretrizes do CPC 27 é um requisito legal para as empresas que precisam preparar demonstrações financeiras de acordo com os padrões contábeis brasileiros. O não cumprimento dessas normas pode resultar em penalidades e impactos negativos na credibilidade da empresa. 

Resumindo, calcular a vida útil dos ativos de acordo com o CPC 27 é crucial para a precisão das demonstrações financeiras, tomada de decisões, conformidade com padrões contábeis e transparência nas operações da empresa. Isso promove uma gestão mais eficaz e ajuda a empresa a comunicar de forma adequada sua posição econômica aos diversos interessados. 

O que se leva em consideração na revisão das taxas de depreciação de acordo com o CPC 27: 

  • Avaliação da Vida Útil: A empresa deve revisar periodicamente as estimativas da vida útil dos ativos imobilizados. Mudanças nas condições de uso, manutenção, tecnologia ou outros fatores podem afetar a vida útil previamente estimada. Se for determinado que a vida útil estimada de um ativo foi alterada, a taxa de depreciação deve ser ajustada de acordo. 
  • Revisão do Valor Residual: O valor residual é o valor estimado que a empresa espera obter ao final da vida útil do ativo. Mudanças nas condições de mercado ou na demanda podem afetar o valor residual. Se o valor residual for revisado, isso também pode impactar a taxa de depreciação. 
  • Cálculo da Nova Taxa de Depreciação: Com base nas revisões da vida útil e do valor residual, a empresa deve calcular a nova taxa de depreciação. Isso pode envolver o uso do método linear ou o método de saldo decrescente (também conhecido como método da soma dos dígitos). 
  • Ajustes Contábeis: Uma vez que a nova taxa de depreciação tenha sido determinada, a empresa deve fazer os ajustes contábeis necessários para refletir a depreciação acumulada nos períodos anteriores e a depreciação futura com base na nova taxa. 
  • Divulgações nas Demonstrações Financeiras: A empresa deve fornecer informações adequadas nas suas demonstrações financeiras sobre a revisão das taxas de depreciação, incluindo as razões para a revisão, os efeitos nas demonstrações financeiras e quaisquer mudanças nas estimativas da vida útil e do valor residual dos ativos. 

É válido ressaltar que as revisões das taxas de depreciação devem ser realizadas de forma consistente e documentada, seguindo as diretrizes do CPC 27 e outras normas contábeis. Agora com todas essas informações que tal entrar em contato conosco para lhe ajudarmos com a vida útil dos ativos da sua empresa.  

Apollo Gestão

Reavaliação de Ativos: o que você precisa saber

A reavaliação de ativos é um processo que envolve a atualização do valor contábil de um ativo para o seu valor justo de mercado. Isso pode ser feito para ativos fixos tangíveis, como terrenos, prédios e equipamentos, bem como para ativos intangíveis, como marcas registradas e patentes.

A legislação contábil brasileira permite a reavaliação de ativos, desde que sejam observados os procedimentos previstos nas normas contábeis. Em geral, a reavaliação deve ser realizada por um avaliador independente e o valor justo de mercado deve ser determinado com base em informações objetivas e confiáveis.

É importante lembrar que a reavaliação de ativos pode afetar significativamente as demonstrações financeiras da empresa, especialmente em relação aos ativos fixos tangíveis. Isso pode impactar, por exemplo, a depreciação e a amortização dos ativos reavaliados, além de afetar o resultado líquido da empresa e seu patrimônio líquido.

Por isso, é recomendável que a reavaliação de ativos seja feita com cuidado e com base em uma análise criteriosa dos impactos contábeis e financeiros que isso pode ter na empresa.

Quais leis dão amparo as reavaliações?

A reavaliação de ativos é permitida pela legislação contábil brasileira, que estabelece as normas e diretrizes contábeis aplicáveis às empresas. A principal norma contábil que trata da reavaliação de ativos é a NBC TG 27 (R4) – Ativo Imobilizado, emitida pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

De acordo com a NBC TG 27 (R4), a reavaliação de ativos é permitida desde que atenda aos seguintes requisitos:

  • O ativo deve ter uma vida útil remanescente significativa e o seu valor justo de mercado deve ser determinável com confiabilidade;
  • A reavaliação deve ser feita por um avaliador independente, que utilize uma metodologia adequada e que seja registrado no CNAI (Cadastro Nacional de Avaliadores de Imóveis);
  • O valor justo de mercado deve ser determinado com base em informações objetivas e confiáveis, como transações de mercado ou informações de mercado recentes;
  • O resultado da reavaliação deve ser reconhecido como aumento no valor do ativo e registrado no patrimônio líquido da empresa.

Além disso, a NBC TG 27 (R4) estabelece que a reavaliação de ativos deve ser realizada com periodicidade máxima de cinco anos, exceto nos casos em que haja evidência de que o valor justo de mercado tenha sofrido mudanças significativas em um período menor.

A norma NBC TG 27 (R4) estabelece que a reavaliação de ativos deve ser feita de acordo com as leis, regulamentos e normas aplicáveis, o que pode levar à interpretação de que a reavaliação só seria permitida se houvesse uma lei específica que autorizasse essa prática.

No entanto, é importante destacar que a própria norma contábil é uma fonte de direito, que estabelece as regras e procedimentos contábeis aplicáveis às empresas. Portanto, a NBC TG 27 (R4) é uma norma reconhecida e aceita pelos órgãos reguladores, como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e que orienta a prática contábil das empresas.

Assim, a reavaliação de ativos pode ser realizada com base na NBC TG 27 (R4), desde que sejam seguidos os procedimentos estabelecidos na norma e que não haja outra lei ou norma específica que restrinja essa prática. Além disso, a reavaliação deve ser feita com base em uma justificativa plausível e com o objetivo de atualizar o valor contábil do ativo para seu valor justo de mercado.

A Lei nº 11.638/2007, que alterou a Lei nº 6.404/1976 (Lei das Sociedades por Ações), trouxe algumas mudanças em relação à reavaliação de ativos. A nova lei, em seu artigo 8º, estabeleceu que a reavaliação de ativos só pode ser realizada em caráter excepcional e desde que autorizada pela assembleia geral dos acionistas, com base em laudo de avaliação elaborado por empresa especializada.

No entanto, é importante destacar que a Lei nº 11.638/2007 não proibiu a reavaliação de ativos de forma definitiva, mas sim estabeleceu que essa prática só pode ser feita em circunstâncias específicas e com autorização dos acionistas. Além disso, a norma contábil NBC TG 27 (R4), emitida pelo Conselho Federal de Contabilidade, também permite a reavaliação de ativos, desde que sejam seguidos os procedimentos estabelecidos na norma.

Portanto, é preciso avaliar cada caso específico e verificar se a reavaliação de ativos é possível e permitida pelas normas contábeis e pelas leis aplicáveis. Em geral, é recomendável que a reavaliação seja feita com cautela e com base em uma análise cuidadosa dos impactos contábeis e financeiros que essa prática pode ter na empresa.

E como faço a contabilização desta reavaliação?

A contabilização da reavaliação de ativos deve ser feita de acordo com as normas contábeis aplicáveis, que estabelecem os procedimentos contábeis adequados para esse tipo de transação. Em geral, a contabilização da reavaliação envolve os seguintes lançamentos contábeis:

  1. Registro da reavaliação: o aumento no valor do ativo deve ser registrado como uma receita de reavaliação no patrimônio líquido da empresa, com contrapartida em uma conta de ativo específica, que pode ser denominada “Ativo Reavaliado” ou “Reserva de Reavaliação”.
  2. Amortização do aumento de valor: o aumento de valor do ativo reavaliado deve ser amortizado ao longo da vida útil remanescente do ativo, de forma a reconhecer o impacto desse aumento de valor nos resultados da empresa de forma gradual e proporcional.
  3. Registro do impacto fiscal: a reavaliação de ativos pode ter impacto fiscal, tanto em relação à apuração do imposto de renda quanto ao cálculo de depreciação e amortização dos ativos. Portanto, é importante avaliar os impactos fiscais da reavaliação e fazer os registros contábeis adequados para refletir esses efeitos na contabilidade da empresa.

É importante destacar que a contabilização da reavaliação de ativos pode ser complexa e requer conhecimento técnico e experiência em contabilidade. Portanto, é recomendável que as empresas contem com a orientação de profissionais contábeis especializados para fazer a contabilização adequada dessa transação.

Qual o ganho ou perda que a empresa teria com a reavaliação?

A reavaliação de ativos pode gerar um ganho ou perda para a empresa, dependendo do resultado da avaliação. Se a reavaliação resultar em um aumento do valor do ativo, a empresa terá um ganho, que pode ser registrado como uma receita de reavaliação no patrimônio líquido da empresa. Esse ganho pode ter impacto positivo nos resultados da empresa, já que aumenta o valor do ativo e, portanto, pode aumentar a capacidade de geração de receitas e lucros.

Por outro lado, se a reavaliação resultar em uma redução do valor do ativo, a empresa terá uma perda, que pode ser registrada como uma despesa de reavaliação no patrimônio líquido da empresa. Essa perda pode ter impacto negativo nos resultados da empresa, já que reduz o valor do ativo e pode afetar a capacidade da empresa de gerar receitas e lucros.

É importante destacar que a reavaliação de ativos pode ter impacto significativo nos resultados da empresa, tanto positivo quanto negativo, e por isso deve ser realizada com cautela e baseada em uma análise cuidadosa dos impactos contábeis e financeiros que essa prática pode ter na empresa. Além disso, é recomendável que a empresa conte com a orientação de profissionais contábeis especializados para avaliar os impactos contábeis e fiscais da reavaliação e fazer a contabilização adequada dessa transação.

Fonte

Apollo Gestão

Gerenciamento de ativos complexos: moldes, matrizes, ferramentas e gabaritos

A identificação patrimonial de moldes, matrizes, ferramentas de conformação e gabaritos é um desafio para muitas empresas, já que esses ativos são complexos de identificar fisicamente e gerenciar adequadamente. No entanto, com as soluções tecnológicas disponíveis atualmente, é possível implementar um sistema de controle eficiente para garantir a rastreabilidade e o bom uso desses ativos.

Seguem abaixo exemplos de cada tipo destes ativos:

  1. Moldes:
  • Moldes de injeção de plástico: utilizados para produzir peças plásticas em larga escala, como tampas de garrafa, brinquedos e peças automotivas.
  • Moldes de fundição em areia: utilizados para produzir peças em metal fundido, como cabeças de cilindro, blocos de motor e transmissões.
  1. Matrizes:
  • Matrizes de corte: utilizadas para cortar peças em formas específicas, como peças de metal em uma linha de produção de carrocerias de veículos.
  • Matrizes de dobra: utilizadas para dobrar peças em ângulos específicos, como peças de metal em uma linha de produção de gabinetes de cozinha.
  1. Ferramentas de conformação:
  • Ferramentas de corte: utilizadas para cortar, perfurar ou fresar peças em formas específicas, como peças de metal em uma linha de produção de máquinas.
  • Ferramentas de estampagem: utilizadas para pressionar metal em formas específicas, como peças de metal em uma linha de produção de carrocerias de veículos.
  1. Gabaritos:
  • Gabaritos de montagem: utilizados para auxiliar na montagem de peças, como peças de metal em uma linha de produção de ônibus.
  • Gabaritos de inspeção: utilizados para verificar a precisão das dimensões de uma peça, como peças de metal em uma linha de produção de turbinas.

Ao implementar algumas das nossas melhores práticas, você pode garantir que seus moldes, matrizes, ferramentas de conformação e gabaritos sejam controlados e gerenciados de forma eficiente e segura. Cada tipo de ativo tem suas próprias características e requisitos de identificação e gerenciamento, portanto é importante ter um sistema de identificação e controle personalizado para cada ativo.

Aqui estão algumas das melhores práticas para realizar esse tipo de controle:

  1. Criar um sistema de codificação:

É importante criar um sistema de codificação consistente que permita a identificação única de cada ativo. Este sistema de codificação deve ser fácil de entender e usar. É possível usar etiquetas de identificação ou placas de metal para fixar um número de identificação exclusivo em cada ativo e deve ser colocada em um local visível e seguro. Também é recomendável que essas etiquetas ou placas sejam resistentes e duráveis para suportar o ambiente de trabalho.

Exemplo 1: Um sistema de codificação alfanumérica pode ser usado para identificar cada ativo. Por exemplo, os moldes podem ser identificados com um código começando com “MDL”, seguido por um número exclusivo para cada molde. Na Apollo utilizamos etiquetas com ID único alfanumérico.

Exemplo 2: Um sistema de codificação por cores nas etiquetas pode ser usado para identificar diferentes tipos de ferramentas de conformação. Por exemplo, as ferramentas de corte podem ter etiquetas azuis, enquanto as ferramentas de dobra podem ter etiquetas amarelas.

  1. Realizar um inventário inicial:

É importante realizar um inventário inicial completo para identificar todos os ativos existentes e seus respectivos locais de armazenamento. Este inventário deve ser realizado por um profissional ou empresa especializada, e deve incluir informações relevantes como o número de identificação exclusivo, a descrição do ativo, a data de aquisição e o centro de custo, entre outras informações relevantes.

Exemplo 1: Um inventário completo pode ser realizado por uma empresa terceirizada, que irá percorrer cada local de armazenamento de moldes e matrizes e registrar as informações relevantes em um sistema de inventário.

Exemplo 2: Um inventário mais rápido pode ser realizado por aplicativo específico, onde os próprios funcionários podem digitalizar o código de barras de cada ativo e inserir as informações em um software de gerenciamento de ativos.

  1. Registrar as informações em um sistema de gerenciamento de ativos:

As informações coletadas durante o inventário devem ser registradas em um sistema de gerenciamento de ativos. O sistema deve permitir o rastreamento da localização de cada ativo, o histórico de manutenção e reparos, o status de uso, e outras informações relevantes. O sistema também deve permitir que os usuários gerem relatórios e notificações personalizados.

Exemplo 1: Um software de gerenciamento de ativos baseado em nuvem pode ser usado para registrar as informações de cada ativo, permitindo que os usuários acessem as informações de qualquer lugar, a qualquer momento.

Exemplo 2: Um software de gerenciamento de ativos baseado em app pode ser usado para registrar as informações de cada ativo, permitindo que os usuários gerem relatórios e alertas personalizados de forma mais ágil.

  1. Realizar inspeções regulares:

As inspeções regulares são essenciais para garantir que os ativos estejam em boas condições de uso e identificar quaisquer problemas ou defeitos. Os funcionários responsáveis por inspecionar os ativos devem estar familiarizados com o sistema de gerenciamento de ativos e devem estar cientes dos procedimentos corretos de inspeção. As inspeções devem ser registradas no sistema de gerenciamento de ativos para que os usuários possam monitorar o desempenho de cada ativo ao longo do tempo.

Exemplo 1: As inspeções podem ser realizadas em intervalos regulares por técnicos de manutenção, que irão inspecionar cada ativo e registrar qualquer problema encontrado no software de gerenciamento de ativos.

Exemplo 2: As inspeções podem ser realizadas por meio de uma lista de verificação em papel, que os funcionários preenchem e armazenam em um arquivo físico, para posteriormente realizarem a atualização no software de gerenciamento de ativos.

  1. Treinar os funcionários:

Os funcionários envolvidos no uso e controle desses ativos devem ser treinados para usar o sistema de codificação e o sistema de gerenciamento de ativos. Eles também devem estar cientes da importância de cuidar adequadamente desses ativos para garantir sua durabilidade e eficiência. O treinamento deve incluir informações sobre como identificar ativos específicos, como manter esses ativos e como registrar informações relevantes no sistema de gerenciamento de ativos.

Exemplo 1: Os funcionários podem receber treinamento presencial sobre como usar o software de gerenciamento de ativos e como identificar e cuidar adequadamente de cada ativo.

Exemplo 2: Os funcionários podem receber treinamento on-line sobre como usar o software de gerenciamento de ativos e como identificar e cuidar adequadamente de cada ativo.

  1. Implementar medidas de segurança:

As medidas de segurança devem ser implementadas para proteger esses ativos de danos, furto ou perda. Isso pode incluir o uso de câmeras de segurança, bloqueio de áreas de armazenamento ou monitoramento de acesso aos locais de armazenamento. Os funcionários devem estar cientes das medidas de segurança em vigor e seguir os procedimentos corretos para garantir a segurança desses ativos.

Exemplo 1: Os locais de armazenamento de ativos podem ser protegidos por câmeras de segurança, bloqueios eletrônicos e alarmes.

Exemplo 2: O acesso aos locais de armazenamento de ativos pode ser restrito a funcionários autorizados por meio de cartões de acesso ou senhas exclusivas.

Aqui vão algumas dicas adicionais quanto aos tipos de identificação:

  1. Gravador Industrial: Os gravadores industriais são usados para fazer marcações permanentes em superfícies de metal, plástico, vidro, entre outros. Essas marcações podem ser feitas por meio de uma caneta de gravação, um laser ou um jato de tinta, dependendo do tipo de gravador. Para realizar o controle de ativos com o uso de gravadores industriais, é possível utilizar códigos alfanuméricos, datas ou até mesmo logotipos personalizados.
  2. Código de Barras: O código de barras é uma tecnologia de identificação que usa um conjunto de linhas e espaços para representar um número ou código alfanumérico único. As empresas podem imprimir códigos de barras em etiquetas adesivas e aplicá-las aos ativos, ou ainda utilizar diretamente impressoras térmicas para imprimir diretamente nos ativos. É importante garantir que o leitor de código de barras utilizado seja compatível com o tipo de código gerado, para que o processo de leitura seja rápido e preciso.
  3. QR Code: O QR Code é um tipo de código de barras que pode ser lido por meio de smartphones e outros dispositivos móveis, utilizando aplicativos específicos. Uma vantagem do QR Code é que ele pode conter mais informações do que um código de barras tradicional, como endereços de internet, informações de contato, instruções de montagem, entre outras. Para a utilização do QR Code no controle de ativos, é necessário que a empresa possua um sistema de gestão de ativos que permita a geração e leitura desses códigos.
  4. RFID: O RFID (Identificação por Radiofrequência) é uma tecnologia que utiliza ondas de rádio para identificar objetos específicos. Os ativos são marcados com tags RFID que contêm informações únicas, e essas informações são lidas por leitores RFID. Essa tecnologia permite a leitura e registro de informações em tempo real, sem a necessidade de contato direto com o ativo. Para a utilização do RFID no controle de ativos, é necessário que a empresa possua um sistema de gestão de ativos que permita a integração com essa tecnologia.

Quais as opções que a Apollo dispõe para dar suporte no gerenciamento de ativos?

O sistema de etiquetas da Apollo Gestão é uma solução tecnológica que visa facilitar o processo de identificação e controle de ativos complexos, como moldes, matrizes, ferramentas de conformação e gabaritos. Através de etiquetas personalizadas, com informações específicas sobre cada ativo, é possível realizar o inventário e o controle dos ativos de forma mais ágil e eficiente.

O sistema de etiquetas da Apollo Gestão utiliza tecnologia de ponta, QR Codes com NFC, para garantir a identificação única de cada ativo. As etiquetas são fabricadas com materiais de alta qualidade, resistentes a ambientes hostis e a condições adversas, como umidade, temperaturas extremas e vibrações.

Além disso, o sistema de etiquetas da Apollo Gestão permite o monitoramento em tempo real dos ativos, por meio de dispositivos móveis, facilitando a localização dos ativos e o controle de sua movimentação. O sistema também permite a geração de relatórios gerenciais, que auxiliam na tomada de decisões estratégicas.

Através do sistema de etiquetas da Apollo Gestão, empresas de diversos setores, como automotivo, metalúrgico, plástico e eletrônico, têm conseguido implementar um controle mais eficiente dos seus ativos, reduzindo custos e aumentando a produtividade.

Fonte

Joel Costa – Apollo Gestão

Fazer inventário patrimonial internamente ou com fornecedor externo?

O inventário patrimonial é uma atividade essencial para empresas, pois permite que elas tenham um controle mais preciso sobre seus ativos e, consequentemente, uma melhor gestão financeira. Ao realizar o inventário, a empresa precisa decidir se irá fazê-lo internamente ou com um fornecedor externo.

Fazer o inventário internamente pode ser vantajoso para empresas que valorizam o controle, o conhecimento interno, a flexibilidade e a confidencialidade. Além disso, pode ser uma opção mais econômica para empresas que possuem muitos ativos para serem contados. No entanto, existem alguns riscos associados a essa opção que precisam ser considerados.

O viés é um desses riscos. Funcionários que realizam o inventário podem ter um viés inconsciente que pode afetar a precisão dos resultados. Além disso, a falta de experiência, o conflito de interesses, a falta de imparcialidade e a falta de auditoria independente também são riscos associados ao inventário interno.

Para minimizar esses riscos, as empresas podem optar por usar um fornecedor de inventário patrimonial externo, garantir que seus funcionários sejam treinados adequadamente e imparciais e realizar auditorias independentes de seus resultados de inventário. Cada empresa deve avaliar suas próprias necessidades e recursos para decidir qual é a melhor opção para ela.

O inventário patrimonial é uma atividade importante que deve ser realizada com cuidado e precisão. Ao decidir se irá fazê-lo internamente ou com um fornecedor externo, a empresa deve avaliar suas necessidades e recursos, considerando os benefícios e riscos associados a cada opção. A adoção de medidas preventivas pode ajudar a garantir a precisão e a confiabilidade dos resultados do inventário.

Ao avaliar as opções para realizar um inventário patrimonial, é importante considerar cuidadosamente os riscos e benefícios de fazer o inventário internamente ou com terceiros. A Apollo Gestão é uma empresa especializada em inventário patrimonial que oferece serviços completos e remotos, permitindo que as empresas escolham a opção que melhor atenda às suas necessidades e recursos.

Ao optar pelos serviços completos da Apollo Gestão, a empresa pode contar com uma equipe altamente capacitada para realizar o inventário patrimonial, garantindo imparcialidade e precisão nos resultados. Além disso, a empresa terá acesso a tecnologias de ponta que tornam o processo mais eficiente e seguro.

Já os serviços remotos da Apollo Gestão oferecem uma opção mais flexível e econômica para as empresas que preferem fazer o inventário internamente, mas ainda desejam contar com a expertise e suporte de uma empresa especializada. Com o uso de tecnologias de rastreamento e verificação, a Apollo Gestão pode fornecer orientação e verificação de dados à distância, ajudando as empresas a realizar o inventário com mais eficiência e precisão.

Independentemente da opção escolhida, a Apollo Gestão oferece uma abordagem personalizada e profissional para o inventário patrimonial, ajudando as empresas a minimizar os riscos e maximizar a eficiência e precisão dos resultados. Se você está buscando uma solução confiável para o inventário patrimonial de sua empresa, a Apollo Gestão pode ser a escolha certa.

Fonte

Apollo Gestão

Guia completo sobre a importância da avaliação de imóveis para empresas: leis contábeis e normas técnicas

A avaliação de imóveis é regulamentada no Brasil pela Norma Brasileira de Avaliação de Bens (NBR 14653), emitida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Essa norma estabelece os procedimentos técnicos para a avaliação de imóveis, incluindo a definição do valor de mercado, o método de avaliação a ser utilizado, as informações necessárias para a avaliação e os critérios para a elaboração do laudo de avaliação.

Além disso, a NBR 14653 exige que a avaliação seja realizada por profissionais habilitados, como engenheiros ou arquitetos, que tenham conhecimento técnico e experiência na área de avaliação de bens.

A avaliação de imóveis também pode ser exigida em outras leis contábeis, como a Lei das S.As. (Lei nº 6.404/1976), que estabelece a obrigatoriedade da avaliação do patrimônio líquido das empresas por perito ou empresa especializada em caso de aumento de capital por incorporação de reservas ou lucros acumulados.

A Lei nº 6.404/1976, conhecida como Lei das S.As., ainda está em vigor no Brasil e é a principal lei que regula as sociedades por ações no país. Entretanto, em 2007, foi promulgada a Lei nº 11.638, que alterou diversos dispositivos da Lei das S.As.

A Lei nº 11.638/2007 foi uma resposta às mudanças ocorridas na economia e na contabilidade internacional e teve como objetivo modernizar e harmonizar a legislação contábil brasileira com as normas internacionais de contabilidade.

Entre as principais mudanças trazidas pela Lei nº 11.638/2007, estão a adoção das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS) como base para a elaboração das demonstrações financeiras das empresas de capital aberto e a exigência de maior transparência e qualidade das informações divulgadas pelos emissores de valores mobiliários.

Apesar das alterações trazidas pela Lei nº 11.638/2007, a Lei das S.As. continua sendo a principal lei que regula as sociedades por ações no Brasil e estabelece as normas gerais sobre a escrituração contábil das empresas e a elaboração das demonstrações financeiras.

Existem várias leis que podem exigir a avaliação de imóveis, dependendo do contexto em que o imóvel está inserido. Algumas das leis mais comuns que exigem avaliação de imóveis são:

  1. Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/1991): Esta lei estabelece que, em caso de renovação do contrato de locação, o valor do aluguel deve ser reajustado de acordo com o valor de mercado do imóvel. Assim, a avaliação do imóvel pode ser necessária para determinar o valor de mercado.
  2. Lei de Parcelamento do Solo (Lei nº 6.766/1979): Esta lei estabelece que os loteamentos devem ter sua infraestrutura avaliada antes da venda dos lotes.
  3. Lei do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Lei nº 3.924/1961): Esta lei estabelece que os imóveis tombados devem ser avaliados antes da desapropriação.
  4. Lei de Licitações e Contratos (Lei nº 8.666/1993): Esta lei estabelece que a avaliação do imóvel pode ser necessária em caso de contratação de serviços de engenharia ou arquitetura.
  5. Lei de Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI): Esta lei estabelece que o valor do ITBI a ser pago na transmissão de um imóvel deve ser calculado com base no valor de mercado do imóvel, o que pode exigir uma avaliação.
  6. Código Civil (Lei nº 10.406/2002): O Código Civil estabelece que o valor dos imóveis deve ser determinado com base em critérios técnicos, como a avaliação.

A avaliação de imóveis de uma empresa é importante por diversas razões legais, incluindo:

  1. Tomada de decisões estratégicas: a avaliação ajuda a determinar o valor de mercado dos imóveis, o que pode ser útil para a tomada de decisões estratégicas relacionadas à compra, venda ou locação de imóveis.
  2. Balanço patrimonial: os imóveis da empresa devem ser registrados no balanço patrimonial como ativos fixos. A avaliação ajuda a determinar o valor contábil desses ativos, o que é importante para a contabilidade da empresa.
  3. Processos de fusão e aquisição: em caso de fusão ou aquisição de uma empresa, a avaliação dos imóveis pode ser necessária para determinar o valor da empresa como um todo.
  4. Empréstimos e financiamentos: muitas vezes, os imóveis da empresa são usados como garantia para empréstimos e financiamentos. A avaliação ajuda a determinar o valor dos imóveis, o que pode ser importante para a obtenção de crédito.
  5. Impostos e tributos: o valor dos imóveis é importante para o cálculo de impostos e tributos, como o IPTU e o ITBI.

Em resumo, a avaliação dos imóveis de uma empresa é importante para a gestão financeira e contábil da empresa, além de ser essencial para a tomada de decisões estratégicas.

Fonte

Apollo Gestão

Unidade de Negócios em Joinville, Santa Catarina

É com grande satisfação que apresentamos nossa nova unidade de negócio em Joinville, Santa Catarina. Com uma localização privilegiada e uma estrutura moderna e eficiente, estamos prontos para atender todas as demandas de nossos clientes da região.

A cidade de Joinville é um importante polo industrial e tecnológico do país, e estamos muito felizes em poder contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região. Nossa equipe altamente qualificada está pronta para ajudar sua empresa a avaliar e gerenciar seu patrimônio de forma eficiente e eficaz. Com anos de experiência e conhecimento técnico, nossa unidade de negócio oferece serviços de avaliação patrimonial, inventário físico, auditoria, consultoria e muito mais.

Nosso compromisso é com a excelência no atendimento e na entrega de projetos e serviços, sempre buscando a satisfação total de nossos clientes. Com a inauguração de nossa nova unidade em Joinville, estamos mais próximos de nossos clientes e parceiros, o que nos permite oferecer um atendimento mais ágil e eficiente.

Se você está procurando uma empresa confiável e experiente em avaliação e controle patrimonial em Joinville e região, entre em contato conosco hoje mesmo. Estamos ansiosos para trabalhar com você e ajudá-lo a alcançar o sucesso em seus negócios.

Atenciosamente,

Equipe Apollo Gestão

O que de novo ainda pode surgir nos próximos anos na área de Gestão de Ativos?

É difícil prever com precisão o que pode surgir nos próximos 5 ou 10 anos, mas a história da tecnologia mostra que a inovação é constante e surpreendente. Novas descobertas científicas e avanços tecnológicos são feitos a todo momento, e é provável que novas tecnologias revolucionárias continuem surgindo nos próximos anos. Algumas tendências atuais que podem impactar a inovação nos próximos anos incluem a inteligência artificial, a computação em nuvem, a internet das coisas, a robótica, a biotecnologia, a nanotecnologia e a realidade virtual/aumentada. Além disso, os avanços em áreas como a energia renovável, a mobilidade urbana e a medicina também podem trazer mudanças significativas nos próximos anos.

A tendência do controle patrimonial das empresas é cada vez mais utilizar tecnologias avançadas para gerenciar e monitorar seus ativos de forma eficiente. Com o uso de softwares especializados em gestão de ativos, as empresas podem acompanhar a localização, o estado de conservação e a utilização de seus ativos em tempo real, o que permite uma melhor tomada de decisões em relação à manutenção, reparo ou substituição desses bens.

Além disso, a automação dos processos de controle patrimonial também tem se tornado uma tendência, com o uso de tecnologias como a identificação por radiofrequência (RFID) e os sistemas de localização em tempo real (RTLS). Essas tecnologias permitem que as empresas realizem um monitoramento mais preciso e eficiente de seus ativos, o que pode levar a uma redução de custos e a um aumento da produtividade.

Outra tendência é a adoção de abordagens mais sustentáveis para o controle patrimonial, com o objetivo de reduzir o impacto ambiental e promover a responsabilidade social das empresas. Isso pode incluir a implementação de políticas de descarte de ativos eletrônicos de forma segura e sustentável, bem como a adoção de práticas de manutenção preventiva e de uso consciente dos ativos.

A gestão de ativos é uma área que está sempre evoluindo e incorporando novas tecnologias e práticas à medida que surgem. Algumas das tecnologias mais modernas e práticas emergentes em gestão de ativos incluem:

  1. Internet das coisas (IoT): A IoT é uma tecnologia que permite que objetos conectados à internet se comuniquem entre si e enviem dados para sistemas de gerenciamento de ativos. Com a IoT, sensores podem ser colocados em ativos para coletar dados em tempo real sobre sua localização, condição e uso, permitindo que os gerentes de ativos tomem decisões mais informadas e preventivas.
  2. Inteligência Artificial (IA): A IA é uma tecnologia que pode ser usada para analisar grandes conjuntos de dados coletados de ativos e fornecer insights sobre seu desempenho e manutenção. Os algoritmos de aprendizado de máquina podem ser usados para detectar problemas e prever falhas em ativos antes que ocorram.
  3. Realidade aumentada (RA): A RA é uma tecnologia que permite que os usuários vejam informações digitais sobrepostas à realidade física. A RA pode ser usada para fornecer informações de manutenção em tempo real sobre ativos, permitindo que os técnicos de manutenção resolvam problemas com mais rapidez e eficiência.
  4. Blockchain: O Blockchain é uma tecnologia que pode ser usada para rastrear e verificar a propriedade de ativos. Isso é especialmente útil para ativos que são compartilhados por várias partes, como equipamentos em locação ou emprestados. Com o Blockchain, cada transação relacionada a um ativo é registrada de forma segura e permanente em um registro compartilhado, tornando mais fácil rastrear a propriedade e o histórico do ativo.
  5. Modelos de negócios baseados em serviços: Em vez de possuir ativos, empresas estão cada vez mais optando por alugá-los ou adquiri-los como serviços. Esses modelos de negócios baseados em serviços podem incluir serviços de manutenção e atualização de ativos, reduzindo a necessidade de gerenciamento interno de ativos e aumentando a flexibilidade do negócio.

Em resumo, a gestão de ativos está incorporando uma série de tecnologias emergentes, incluindo IoT, IA, RA, Blockchain e modelos de negócios baseados em serviços, permitindo que as empresas gerenciem seus ativos de forma mais eficiente, reduzam custos e aumentem a flexibilidade.

Fonte

Apollo Gestão

Como estão seus controles internos com a pandemia?

Estamos atravessando por uma das maiores crises da história e isto nos tem feito refletir se estávamos tão avançados e preparados para a adaptação forçada a qual todos fomos submetidos. Alguns mais, outros menos, todos estão sentindo no dia a dia, e no bolso, os impactos da falta de preparo, planejamento e como a geração de informações pode ajudar na tomada de decisão, mesmo que à distância. Uma vez que muitos profissionais estão em home office, outros com restrições de acesso a fábrica e deslocamento, como otimizar o acesso a produtividade da sua equipe e seus ativos?
Temos focado na rapidez em colocar nosso time on-line, preservando saúde e bem estar. Passada a urgência natural que todos tiveram, muitos têm se perguntado: como gerenciar todos (ativos humanos e patrimoniais) à distância, preservando a privacidade individual, mas contemplando a lucratividade através da manutenção saudável e equilibrada do negócio?

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Nós da Apollo, temos pensado em formas de orientar nossos clientes durante a passagem desta epidemia, de forma profissional e estratégica. Reunimos algumas opções interessantes para as empresas adotarem, seja melhorando seus controles, aperfeiçoando o conhecimento ou mudando antigos paradigmas de gerenciamento.

1 – Inventário Expresso

Neste tipo de projeto, realizamos o processo reverso de inventário, que envolve análise preliminar da base patrimonial, abertura de itens e notas fiscais, definição de book de inventário e esclarecimentos para melhorar a clareza do cadastro patrimonial.

Neste caso, as etapas burocráticas e analíticas são postas antes, com a finalidade de otimizar o processo de inventário, pois não envolvem atividades internas de imediato, preservando assim o período de restrição de acessos que algumas empresas têm feito, otimizando o cronograma de atividades.

Este método vem sendo desenvolvido na plenitude dos trabalhos da Apollo Gestão, com a diferença do sistema de conciliação inteligente, através de redes neurais, onde nossa aplicação pré-concilia os ativos inventariados e aprende com as demais conciliações. Isto significa redução de tempo do projeto, eliminando custo e tempo de exposição das pessoas envolvidas.

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2 – Treinamento

Nosso time montou um curso completo para o planejamento e execução de um projeto de inventário patrimonial. Abaixo o conteúdo com os principais tópicos:

Inventário Patrimonial. “Do planejamento à importação” – 16 horas

  • Planejamento de Inventário, contemplando:
    • Análise preliminar do cadastro patrimonial – 2 hrs
    • Definição de bens inventário e não inventário – 2 hrs
    • Definição da tecnologia de identificação e suas diferenças (barras, rfid, iot) – 1 hr
  • Como criar seu próprio aplicativo de inventário utilizando seu smartphone – 2 hrs
  • Etapas da conciliação física x patrimonial. Quais critérios e ferramentas devo utilizar? 2 hrs
  • Como realizar o saneamento técnico das sobras contábeis? 2 hrs
  • Definição da posição conciliada final, qual a sua importância? 1 hr
  • Como formatar o arquivo patrimonial para carga no sistema; 2 hrs
  • Apontamento de melhorias no processo operacional; 2 hrs

Com emissão de certificado de participação e aproveitamento.

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3 – Tecnologias existentes para facilitar os controles

Como a sua empresa está realizando a identificação de ativos, estoques ou pessoas? Procuramos reunir neste guia, as principais soluções utilizadas pela Apollo Gestão para Identificação e Controle de Ativos. Vão desde opções de baixo custo e controle limitado, a soluções mais completas e gerenciáveis, permitindo a localização exata e informações de desempenho e produtividade.

Abaixo, relacionamos os principais grupos de identificação patrimonial, sendo possível atribuir estas opções em: estoques, ativos operacionais e não operacionais.

  • IDENTIFICAÇÃO POR PUNÇÃO
  • IDENTIFICAÇÃO POR GRAVAÇÃO
  • ETIQUETAS IMPRESSAS
  • ETIQUETAS GRAVADAS
  • ETIQUETAS COM CÓDIGO DE BARRAS OU QR CODE
  • ETIQUETAS DE RFID
  • IDENTIFICAÇÃO POR RTLS
  • DISPOSITIVOS INTELIGENTES – IOT

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4 – Auditoria de Processos e Outsourcing

O serviço de Outsourcing consiste em absorver as atividades relacionadas à manutenção periódica dos ativos, fazendo com que a organização concentre esforços em áreas estratégicas. Através de um sistema patrimonial próprio, a Apollo Gestão realiza a movimentação mensal e apurar a depreciação fiscal e societária, conforme orientação do CPC 27. As movimentações mais comuns são: aquisições, baixas e transferências. Como ponto diferencial, atendemos nossos clientes de outsourcing patrimonial com auditorias periódicas e sem custos, visando verificar se os ativos adquiridos durante o intervalo de cálculo foram de fato identificados e alocados corretamente.

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Consulte-nos para saber como melhorar este e outros processos remotos da sua empresa. Queremos que sua a sua organização não fique parada. Conte com a Apollo Gestão como parceira para aperfeiçoar seus controles daqui para frente.

Fonte

Joel Costa – Apollo Gestão